quarta-feira, 11 de março de 2015

Passeios na floresta


Em meio ao dia-a-dia estafante de compromissos do início do ano útil, uma notícia amena para refrescar nossa cuca aquecida : floresta da Tijuca ganha passeios guiados.




Ver em :
http://www.natijuca.com/Grande-Tijuca/floresta-da-tijuca-ganha-passeios-guiados-gratuitos.html








terça-feira, 3 de março de 2015

As mangueiras novas de um jardim antigo



Revendo nosso arquivo de fotos de 2014, achamos aquele que registra o plantio de novas mudas, em prosseguimento à bela e antiga aleia das mangueiras.

Esta série de fotos foi tirada em julho de 2014, tão logo as mudinhas haviam sido plantadas
A explicação vem em um cartaz à entrada da área recém-tratada, do qual selecionamos dois trechos:


Esta postagem atende, pois, a dois interesses de nossos redatores e público.: o ecológico e o histórico, entrelaçados sob o signo da conservação de nosso patrimônio natural e cultural.  

Vista a seriezinha de jovens plantas sob outro ângulo, tão delicadas e frágeis nos parecem estas 'filhotas' de uma das mais majestosas árvores de nossa flora!


Escolhemos duas mudinhas, de localização fácil de identificar, para acompanhar seu crescimento. 
Seis meses depois,  elas já estão bem crescidas, mas vamos esperar seu primeiro aniversário, para admirarmos a pujança e vigor de seu desenvolvimento! 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O saldo do Amor no Carnaval

Em geral, se considera a Folia Carnavalesca como o reino do Efêmero; mas inspiração poética e sensibilidade afetiva podem dele fazer, ao invés, um espaço privilegiado, de vibração exuberante, para a Proclamação do Eterno !

Assim, que tal o pedido de casamento testemunhado por milhares de pessoas, registrado em som, imagem e jornal, dando ao Compromisso o vigor das cores e das luzes que o circundam ?!

Uma história de Amor é sempre atemporal e infinita; mas o desejo de compartilhá-la com um público caloroso nela imprime um cunho especial: permite que muitos unam seus corações à alegria do casal e lhes desejem, com cada energia individual poli-multiplicada,  por toda a sua vida em comum , a postura  confiante e entusiasmada do momento do Pedido ! 


Nossos parabéns e toda a nossa ternura para a Mariana e o Alexandre !!!! 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A poesia de Fevereiro

Os cariocas da montanha lembram,

 em Fevereiro,   


...que, goste-se ou não de Carnaval, a essência da brincadeira mantem-se viva na candura e na esperança !

domingo, 8 de fevereiro de 2015

“Wild” ou “Livre” na tradução carioca

A tradução do  filme em cartaz no Rio de Janeiro de “Wild” para “Livre” bem expressa a preferência do tradutor-intérprete, afinado com uma dada tendência dos cariocas da montanha,  de enfatizar na jornada da protagonista a busca de liberdade em relação a um seu atributo ‘Selvagem” a que a tradução literal do termo ‘wild’  do inglês melhor corresponderia.


Mas tal preferência pela “liberdade” também justifica a leitura que nos parece melhor convir à película: trata-se de uma ‘viagem íntima’ empreendida pela protagonista à procura do reencontro consigo mesma, obrigando-se a um sobre-esforço constante e indo além de qualquer elaboração lógica em prol de atender a uma inspiração da afetividade.  É também neste sentido que consideramos bem ajustados tanto os flashbacks ao longo da  caminhada – que revisitam, transformando-os no novo contexto, os eventos traumáticos que teriam levado a personagem à sua débâcle - quanto uma interpretação de Reese mais suave (não se justificando, pois, as críticas de  que teria sido pouco ‘selvagem’ nas cenas mais fortes) 

Wild, filme protagonizado por Reese Witherspoon, é baseado  em fatos reais, sendo uma adaptação do  best-seller "Livre – A jornada de uma mulher em busca do recomeço" (Objetiva), de Cheryl Strayed. Foi, aliás, a própria Reese, que, aos 38 anos e também produtora de ‘Wild’, contatou Cheryl diretamente para comprar os direitos do filme depois de ler o livro antes da publicação. Em termos da carreira de Reese Witherspoon, o momento em que a protagonista arranca uma grande unha do dedo do pé ensanguentado na cena de abertura de seu novo filme  torna  claro que a atriz vencedora do Oscar tomou nova direção em relação à maioria dos seus filmes, onde em geral dá vida a mulheres bonitas e alegres. De acordo com este desígnio, e em termos da busca de veracidade do longa, o diretor Jean-Marc Vallee, exigiu que os espelhos no trailer de maquiagem fossem cobertos, para evitar que Reese não soubesse como estaria sua aparência sem a maquiagem. "Foi duro, eu nunca me vi em um filme como esse antes", disse Reese antes da exibição Festival Internacional de Cinema de Toronto, recentemente. 

O enredo do filme entrelaça dois subgêneros  importantes no cinema e na tradição cinematográfica norte-americana: o ‘on the road’ e a   jornada em busca de si mesmo.  É com esta clara intenção que a personagem Cheryl parte em busca de seu próprio amadurecimento. Na pele da mulher alquebrada, disposta a andar da fronteira do México até o Canadá pela Pacific Crest Trail, uma das trilhas mais difíceis dos Estados Unidos, ao longo de seus 1.770 quilômetros, ela vai revivendo e purgando uma série de infortúnios passados. Após perder uma mãe sofrida, mas corajosa e otimista (Laura Dern), para um câncer veloz e cruel, Cheryl sucumbe ao vício em heroína e sofre o fim do casamento por conta de sua promiscuidade incontrolável. 

Quando inicia sua ‘via crucis’, Cheryl está lamentavelmente despreparada para ela.
Fica sem comida e água, perde as botas e tem o corpo coberto de feridas. Mas entre sua bravura e a bondade de estranhos, ela aguenta 94 dias, enfrentando variações climáticas que vão do deserto às neves, até chegar à Ponte dos Deuses que é o fim de sua jornada. Ali, pronuncia as belas palavras de autoaceitação e transformação que são o prenúncio para uma vida mais feliz e produtiva. 


“Livre” descreveria um ritual de passagem a ser realizado através da reconexão do indivíduo urbano com ‘o grande Ar Livre” , essencial (para quem escolhe esta via) para uma mudança mental e existencial  profunda, qual a relatada na película. O gênero ‘on the road’ remete para a natureza selvagem concreta, por nós perdida há tão pouco tempo,  algo que a nossa mente parece ainda não ter conseguido processar em apenas três ou quatro gerações. Podemos também associar esta natureza, em termos psicológicos, com a nossa própria instintividade, que precisaria deste confronto direto com algo mais visceral e potente que ela própria , para imprimir uma nova tonalidade, mais amena consigo própria, à nossa admissão, compreensão e novas expressões das ‘formas elementares’ da nossa libido. 


 Portanto, ‘ponhamos o pé na estrada’ para assistirmos ao filme. Tendo estreado há apenas um mês, ele está em cartaz em uma única sessão, a das 14;10 hs., no Cine Laura Alvim. Como, para fazer honra ao espírito da película, eu fui caminhando do Jardim Botânico à Praia de Ipanema (pela Lagoa, em um trajeto que durou exatamente uma hora), aviso que a projeção começa exatamente no horário e não há trailers antes. Como a plateia estava cheia, quase perco o início e o lugar. Tomara que esta procura dos espectadores mais sensíveis prolongue a estadia do filme em nosso circuito, mas não é garantido.  

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Os blocos de Carnaval já estão na rua

Uma das características charmosas dos blocos de rua é sua  tendência de fantasias combinadas, trazendo para a realidade alianças imaginárias, tecidas nas fantasias infantis  ou representando protestos bem humorados, por vezes deslocados no tempo e espaço ...


Para os entusiastas da modalidade, aí vai a agenda da realização de blocos deste ano, atualizada diariamente:

E boa diversão! 


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A poesia de Janeiro

Este ano, vamos declamar, juntos, estrofes seletas que bem representem a alma do carioca da montanha!

Em Janeiro: 


Pois é deste jeito que tiramos férias. Viajantes, sempre! Turistas, jamais!