sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Churrasco dos Reis

Dia dos Reis no sítio. Na véspera, o fogãozinho de minha tia até lá viajara , levado por seu Antônio - que já fez obras de eletricidade no sítio - e seu irmão seu Afonso - cujo caminhão já nos havia transportado várias vezes. (ver postagem anterior_




Foi seu Francisco que escolheu as carnes e preparou o fogo, na churrasqueira improvisada de Moisés.

Aos poucos fomos montando a mesa com os acepipes. em uma previa dos belisquetes, enquanto esperávamos Maicol - que  participou bastante de obrinhas do sítio desde o final de 2017  - e a esposa.

 Finalmente eles chegados, mamãe também se juntou à companhia sob as árvores do inicio do pomar



A esposa de Maicol, Tayane, está grávida, O jovem parzinho trouxe seu cachorro de estimação que ficou preso em uma árvore próxima, ganhado sobrinhas das carnes....




Bem depois, seu Afonso já voltara para o Rio e os caseiros e Maicol para suas casas...


e Seu Francisco - qual desejado informal 'administrador'- "mordomo'  - veio tomar  um chazinho de canela (das folhas da árvore sob a qual havíamos saboreado o churrasco! ) em nossa varanda, planejando futuras melhorias pro nosso cantinho na serra ...



quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Fogãozinho do Til muda pro Sítio

Meu Til (tio) Décio e minha tia Maria Luzia contavam comprar um sítio quando se aposentassem, para ir viver nas montanhas ao redor do Rio. Meu Til desejava muito um fogãozinho de lenha de época e procurou bastante em antiquários até comprar um modelito lindo, reconstituído , que ficou guardado no sítio de sua cunhada. Mas, morreu inesperadamente, meu padrinho querido, antes disso e o fogãozinho estava guardado na casa de minha tia, esperando um seu destino definitivo, da acordo com a vontade do Til...

Mina tia vivia querendo que eu o levasse para o sitio , para ele encontrar um seu lugarzinho dileto e adequado. e eu com pena de tirá-lo da ampla e linda sala dela aqui no Flamengo, cheia de antiguidades da família, onde ele ocupava um cantinho especial.

Mas acedi a seu desejo. Seu Francisco e seu irmão Seu Afonso foram transporta-lo .

E aí vão fragmentos de sua jornada !
Desde ser bem embalado na garagem da Tia ... até sua última  parada na estrada, antes de subir a serra!



No gramado, em frente ao sítio, suas peças, desembrulhadas,
 foram expostas ao sol e limpas, com cuidado.   

Seu Francisco e o Moisés o foram recompondo
 na varanda de  baixo... 
Enfim , aí  está ele, remontadinho, na sala muito rústica do  sítio , onde ficará como belo enfeite, cheio de pequenos objetos a ele relativos encima .

Também para comemorar sua jornada  - e cumprindo promessa antiga aos caseiros - fizemos um churrasco de Festas - escolhendo o Dia dos Reis - no dia seguinte,

Mas isto é matéria para  a próxima postagem... 

domingo, 13 de janeiro de 2019

São Francisco no Rio

Em prol da verdade dos fatos, fui a esta exposição com  colegas do curso de desenho logo que  exposição abriu, em novembro do ano passado. A inércia trazida (inclusive) pelo calor e minha usual preguiça em manter as matérias do blog atualizadas são responsáveis pelo atraso nesta postagem. Mas a exposição ainda está aberta e  vale a pena ser visitada.

Em meu caso, fazia tempo que não ia à Cinelândia e aproveitei para curtir por um momento o seu entorno ajardinado e, de quebra, flagrar a passagem do novo meio de transporte , o metrozinho de superfície que trafega pelo Centro revitalizado.



A exposição está tendo lugar no  no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC do Rio de Janeiro. 

Além de exprimir uma colaboração cultural importante entre Brasil e Itália, a exposição se vale do fato de que poucos santos católicos possuem tanta relevância nos dias de hoje como São Francisco de Assis (1182 – 1126).  Seu carisma, vida simples e frugal, o amor à natureza, continua inspirando o imaginário coletivo, mesmo séculos após sua morte. Além do que também inspirou o nome do atual papa, Francisco I. No Brasil , é um santo particularmente querido e prestigiado.  
“São Francisco na Arte de Mestres Italianos” traz 20 obras da Itália e uma de Nova York para apresentar ao público brasileiro as alterações e permanências na representação do santo ao longo dos séculos. Trata-se de uma oportunidade única de ver pinturas extremamente valiosas, de autores reconhecidos em todo mundo, como Perugino, Guido Reni e Tiziano. 
Promovida e patrocinada pela Embaixada da Itália, pelo Consulado Geral da Itália no Rio de Janeiro e pelo Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, com curadoria do especialista em História da Arte, Giovanni Morello – que idealizou e curou diversas exposições de arte antiga na Itália, no Vaticano, além de outros países e integra a comissão permanente de tutela dos monumentos históricos e artísticos da Santa Sé – e do professor Stefano Papetti, diretor da Pinacoteca Civica di Ascoli Piceno, a mostra apresenta as fases mais relevantes da representação de São Francisco por meio de obras que se integraram à cultura local de toda uma época e que ainda encontram espaço na cultura ocidental por seus valores artístico, histórico e simbólico.


Como estamos com problema de edição desta  postagem, deixo a foto acima como exemplo da mostra  Mais em breve .
Muito simpática a iniciativa de fazer uma versão de dois quadros em baixo relevo
para permitir sua apreciação pelo público portador de deficiência visual 
Mais tarde, soubemos que anunciara-se que a mostra também incluiria  uma sala de Realidade Virtual que transportaria o visitante para a Basílica Superior de Assis (1228), cidade natal do santo na região da Úmbria, no centro da Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D.  Possibilitaria  caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas da Itália e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista. Não chegamos a ver esta sala, não constava do catálogo e não sabemos se chegou a ser instalada. Vale a pena conferir. 



Depois da exposição , fui almoçar com os colegas no Centro Cultural da Justiça Federal, ali pertinho.



Ótima relação custo benefício na comida gostosa ! 






Exposição “São Francisco na arte de mestres Italianos”, no MNBA.
Período: 6 de novembro de 2018 até 03 de fevereiro de 2019
Visitação: de terça a sexta, das 10h às 18h; e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.
Ingressos: R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. Grátis aos domingos.
Museu Nacional de Belas Artes:  Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia
Tel: (21) 3299-0600.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Senhor presidente: preserve nossas florestas!!!

Um novo presidente assumiu este cargo difícil no 1º dia de janeiro de 2019.  Como muitos brasileiros, prefiro um novo alento à incompetência e  corrupção generalizada do PT. Mas não sei muito bem - ou quase nada - de sua agenda. E preocupa-me a sua posição diante do meio-ambiente , já que um ruralista é seu Ministro de Agricultura.

Transformar vastas áreas verdejantes em plantações de transgênicos é o bicho-papão de toda pessoa com veleidades ecológicas. Tão pouco podemos fazer para interferir nestas decisões, nós, os cidadãos comuns !

Aí vão , numa súplica unilateral, numa tentativa de apelo místico, aos Deuses da Natureza, alguns flashes de nossas matas queridas . Que sejam respeitadas, que tenham longa vida ! 


As florestas  da mata Atlântica são as mais próximas, pois, encobrindo ainda o Sudeste,  mantidas viçosas apesar das muitas queimadas e das suas devastações para virarem pastos , são as que preservo em meu sítio ... 

Região do Pantanal

Conheci por alto a região do Pantanal.  

Que  riqueza imensa de águas e fauna ! 

 




Chapada dos Veadeiros, Chapada Diamantina.

Colinas suaves,  bruscos despenhadeiros
 Vistas da janela , quando viajamos por Minas, Mato Grosso, sul da Bahia...

Benditos  sejam  nossos cerrados!








E , Deuses eternos, olhem pela mais ameaçada, a Amazônica !

Que o ipê rosado que em meio dela se alevanta,
Seja garantia de sua sobrevivência integra , bela e altiva,
Como a essência mesmo da Esperança ! 
 
Na  primeira postagem do primeiro mês do novo ano retomo, pois, o tema da Esperança , sob a égide do qual findaram-se os registros do último mês do velho ano...




domingo, 30 de dezembro de 2018

O Legado da Esperança

Caramelo no telhado de nossa casinha 
Fim de ano ... época de um olhar retrospectivo sobre os últimos 365 dias... proponho rever , hoje, aquilo que , dentre outros projetos, mais canalizou o que considero essencial ser lembrando , em um final de ciclo, para nos dar forças e entusiasmo para enfrentar o seguinte.

Este foi um ano muito dedicado a tentar dar um novo alento e imprimir uma nova intenção a meu sítio ... Transforma-lo em local mais propício a uma produção rural que lhe desse condições de auto-sustento... mudar hábitos de convívio e de administração conjunta com caseiros ... abrir algumas perspectivas de relacionamento com vizinhos...

Surgiram outras questões perturbadoras, sempre ligadas a barulhos próximos : o carma de meu sonho de fuga do bulício citadino ! Mas talvez eu esteja mais forte para enfrentá-los.. Eximir-me de fazê-lo não é mais uma opção.


Mantive o foco na produção de queijo - cujo curso fiz no início do ano - em meio a dificuldades como um (ainda em processo ) aprimoramento da qualidade e controle na quantidade. Comprei até mesmo uma geladeira nova para melhor preservá-los.

Isto  implica, é claro, em ter de cuidar do meu pequeno plantel. Se minhas intenções são sérias, devo pensar em detalhes como plantar  para as vaquinhas, em especial no período de seca, cana de açúcar e capim alto. mesmo porque se ração é  bom para engorda, para dar leite o capim e a cana são mais eficazes.
Ver como já estão crescidas as mudas plantadas em outubro !


O que já fiz, aproveitando o dinheiro da  venda das jabuticabas, em um trecho ainda  disponível para isto do sítio...

O ideal em um sítio auto-sustentável é a retroalimentação dos  recursos próprios .

As mudas vieram do vizinho. há um sistema de trocas que deve ser levado em conta na administração das áreas rurais.

Acompanhar como iremos criando um rebanho leiteiro, da raça jersey (que é pequena para um pasto limitado  como o meu e dá bastante leite em termos proporcionais)  não é fácil pra mim, porque sou distraída , em termos de controle, e nem guardo direito o nome das vaquinhas e suas crias. Estou tentando mitigar isto, vistoriando-as com mais frequência no pasto e começando a indagar um pouco mais de quanto produzem etc...

Esta  é Mococa II , herdeira direta da matriarca Mococa,
com sua bezerra Rajadinha , Ela é boa de leite.
Em nome da tradição, pretendo manter sempre uma descendente da Mococa.

Esta é Mansinha ou Rolinha, que deve ser 'negociada' em breve. . 
Como já coloquei em outra postagem  é meio complicado unir lados mais afetivos e poéticos aos práticos, neste tipo de "empreendimento ".

Assim, vou ter que dispor de vacas que não são boas de leite, como Mansinha. A princípio vai procriar e não ser sacrificada, mas também aí vai depender de sua 'competência'.




Laranjinha e seu bezerrinho macho
 Ás vezes podem haver pequenas compensações, nestes termos mais  (assim digamos ) 'piegas' , como quando Moisés me diz que ao invés de vender o bezerrinho macho para abate - triste sina de nosso novilhos - vai trocá-lo por um jerseyzinho , de  modo a que tenhamos nosso próprio tourinho procriador.



Esta é Papucaia,  com sua bezerra nova ,
 a quem chamamos Esperança 
  A  foto ao lado merece menção especial, uma vez que 'nomear' a vaquinha ou bezerra é um pequeno 'ato de poder'.

Eu o concedo a Moises, intervindo apenas quando o nome do bichinho é meio  feio demais. mesmo porque se eu der - como já tentei um nome mais sofisticado , ele , na minha ausência, chamara o bichinho pela alcunha de lavra prórpia.

 A foto ao lado me é preciosa, porque o nome da bezerrinha foi escolhido por mim, com plena aprovação do Moisés, como Esperança.

É em honra dela e do que pode significar, em termos simbólicos, de novos rumos para meu sítio - e quiçá para minha vida - que veio o nome para a postagem de hoje.



Que seja a matriz de uma nova linhagem !!!




Acho que, este ano, ao menos ensaiei  cumprir quase todos os quesitos que implicam em 'possuir' (termo bem relativo, porque , na prática, é uma posse compartilhada com caseiros, no mínimo!) um sítio...

Mantive a ênfase na conservação - replantio, escolha de novas espécies - de mudas de plantas, em especial as frutíferas . Lá encima, no antigo pasto que está sendo reflorestado (em prol de aumento da quantidade de água) , foram plantados muito pés de abacate . Aliás, cabe aqui a menção poética de que é lá que pretendo fazer um novo espacinho para me refugiar dos ruídos, quando quiser estudar por lá, unir fios soltos de minha vida que precisam se reenlaçar em corda flexível, matéria prima para corrimões nas escaladas e redes de repouso ..

O que está sobrando de meu antigo jardim natural encantado, no alto do sítio... 

É entre este banquinho e esta pedra,
com vistas para a paisagem acima,
que pretendo construir uma mesinha e outro banco
á sombra da floresta logo atrás  ... 


Estou de olho em mais exemplares de frutiferas que 'pegaram bem no sítio' ...
Tentamos diversas vezes até conseguir mudas de figo que dessem certo !
precisam ser plantadas duas a duas , para se entre-polinizar
Adoro doce de figo, assim fiquei muito satisfeita com este sucesso! 
... e queria revitalizar (novas mudas?) uma videira antiga, que não cresce nem diminui de tamanho ...

Suas uvinhas  amargas fazem parte de meu natal rural !  
Na área de cercas, caramanchões e fores, aproveito que a tubélia azul dá muito bem lá e começamos a estender o seu lindo caramanchão para a cerca ao lado. Moisés fará banquinhos embaixo para podermos ter uma vista de todo o açude que dela fica em frente.



É preciso também conservar a casa. Consegui negociar pequenos reparos com Maicol de forma mais tranquila e objetiva do que de vezes anteriores. Fiquei até feliz de saber que o dinheiro que paguei ajudou ele a comprar seu primeiro carrinho velho !

Dentre eles, abrir de novo as quatro folhas da porta da sala de jantar
que dá para a varanda de baixo, que estavam emperradas há muitos anos.
Também recolocamos tábuas do assoalho que estavam soltas 

Preciso  é claro  replantar mais mudas de hortência,
para 'fechar' o degrau da varanda que dá para o gramadinho em frente. 
Estou 'atualizando' as coisas 'empacadas', o mais possível em minha vida também. Em termos de sítio, isto representou por exemplo, afinal, pedir para Maicol fazer um suporte rústico para uma cadeira de pano de balanço que estava por ele esperando há no mínimo 20 anos !
Ficou bem legal !

Mas o que me deixou mais feliz foi perceber que minha constante doutrinação acerca de cuidar bem dos gatinhos - "água mole em pedra dura ... " (outro nome para a insistência do que, em nosso  grupo de estudos chamamos  de "ideal do ego")  -  talvez tenha funcionado na  Rita, que, ao que tudo indica , começou a gostar de nossos fofinhos , de forma que parece mais genuína. Pra mim, querer bem a animais domésticos, tão de nós dependentes, é sinal inegável de aumento do nível civilizatório - donde humano - de uma pessoa.

Prova disso, além de outros cuidados como deixar a casa sempre aberta para eles e mais fartura na comida, foi ela ter comprado, com seu dinheiro, para me dar de presente, uma casinha para gatos que uma vizinha faz. Não gostei muito da cor, intensamente amarela ! mas como sequer fazer algo a respeito (tz pintar de verde) se, quando perguntei a respeito , ela explicou a escolha : "Eles todos são amarelos !"

Qualquer gesto que simbolize  Amor deve ser valorizado em todas os seus feitios e cores !!! 


Ron-ron também tem um pouco de amarelo em seu tricolor. Continua muito ágil nas caçadas, muito lépida.

À esquerda, adivinhem de que se trata esta manchinha felpuda  no meio do caule esguio também à esquerda do arbusto da foto ?

À direita, enquanto se desembrulha em uma forma felina, reconhecemos a nossa aventureira .

Quem disse que gatos não sobem - e descem - de átvores ?



Agora Huguinho - que Graças aos Deuses Felinos - anda mais doméstico -  e Caramelo são mais amigos e até dormem enroscados juntinhos .


Caramelo continua curioso e dengoso, É claro, que logo veio experimentar o cadeirão de balanço  novo, no gramado de baixo,  em meu colo.



E , com seu olharzinho ingênuo, confiante  e atento , encerramos nossa postagem de hoje !.


Possam nossos esforços de crescimento e transformação, queridos amigos do Blog, no Ano vindouro, serem retribuídos pela Vida na medida certa para transmitir Coragem e Esperança a cada um de nós e para todos a quem possamos deixar este seu  Legado!

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

O milagre às avessas do Natal

Aconteceu ontem mesmo. Menos de quatro horas depois de se terem colocado 10.000 litros nas cisternas do Condomínio, que haviam ficado todas quase cheias, faltou água de novo !

Desci agora para verificar e, realmente, nem uma gota, sequer nas bicas do térreo, onde se concentra qualquer aguinha que possa ter entrado durante a noite. Assim, há a certeza de que estamos lidando com problema sério, talvez incluindo vazamento nestas cisternas , que não têm manutenção há muito tempo, desde que eu fui síndica. 

Hoje a chance de encontrar mão de obra para cuidar do assunto é quase nula. Felizmente , choveu ontem e refrescou. Tenho uma reserva boa de água , ao menos para regar as plantas e sustentar um mínimo de sobrevivência por alguns dias (enchi todos os potes e baldes de que dispunha) . Mas não para tomar banho, donde prefiro não sair para uma boa caminhada de que tenho saudades. Também não ouso usar minha reserva  para descargas frequentes nos vasos sanitários, assim o odor que vem do banheiro, se não chega a repelir , não é atrativo !

Natal de parcos cartões e lembrancinhas - parece que na Inglaterra e outros países mais civilizados este hábito se mantém. Presenças  , só a de meu amigo Lula que. como faz sempre, me visitou ontem, em meio à confusão em torno da tentativa de resolver o problema da água.

Única lembrança , na minha tradicional prateleira, das Festas deste ano.
Não fiz comidinhas especiais, mandei uns poucos cartões pelo correio e enfeitei a porta de entrada.   

Teste de paciência e resistência. Manter viva a Fé e a Confiança nos valores ancestrais, quando sua manifestação na simbólica do Renovar do Nascimento refletida no espectro mental de cada um,  além de desgastada no imaginário cultural ao redor, encontra-se ressecada (literalmente) no meu entorno mais imediato !